quarta-feira, 17 de março de 2010


Há de haver algum lugar, um confuso casarão, onde os sonhos serão reais e a vida não

Por ali reinaria meu bem com seus risos, seus ais, sua tez
E uma cama onde à noite sonhasse comigo, talvez


Um lugar deve existir, uma espécie de bazar, onde os sonhos extraviados vão parar
Entre escadas que fogem dos pés e relógios que rodam pra trás
Se eu pudesse encontrar meu amor, não voltava jamais


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